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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Amar um jornalista é...








Não se importar em passar o Natal sem ele, o carnaval sem ele, o aniversário sem ele.

Ficar acordada até as cinco esperando ele chegar do pescoção.

Empurrar o carro velho dele que sempre quebra de madrugada.

Suportar os amigos dele que não param de falar de jornalismo na mesa do bar.

Tolerar as reclamações de salário ruim, pauta ruim, editor ruim.

Acompanhá-lo em trabalhos free lance no sábado à noite ou domingo bem cedo.

Ler as matérias horríveis dele e dizer que ficaram ótimas.

Passar o feriadão em Paranapiacaba, uma charmosa “vila inglesa”, enquanto suas amigas casadas com homens do mercado financeiro vão passar o feriadão em Londres.

Achar graça quando ele interrompe a transa para atender o pauteiro no celular.

Ouvir as histórias fantásticas da carreira dele quando vocês dois ficarem velhinhos sem dizer “querido, você já contou isso um milhão de vezes”.


Duda Rangel - http://desilusoesperdidas.blogspot.com/

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Carreira

A Vaga é Sua: jornalistas de Treinamento da Folha dão dicas para impulsionar carreira

Izabela Vasconcelos

Qual é o perfil do jornalista ideal? O nome da minha faculdade é importante? Vale a pena fazer especialização? Essas são as principais perguntas que o programa de Treinamento da Folha de São Paulo recebe de universitários e recém-formados. Apesar disso, muitos deles pecam logo no começo, com o currículo, o que motivou as jornalistas Ana Estela Souza Pinto, editora de "Treinamento" da Folha, e Cristina Moreno de Castro, colaboradora do blog "Novo em Folha" e do "Treinamento da Folha", a escreverem o livro “A Vaga É Sua”, lançado em agosto deste ano pela Publifolha.

Currículo é seu cartão de visita

“O dia em que eu tive a ideia de fazer o livro foi quando um menino me mandou um currículo para uma vaga de repórter do jornal. Lá no alto do currículo dele estava ‘objetivo: ser assessor de imprensa’. Quando eu vi aquele currículo eu pensei que seria legal fazer um livro com dicas sobre todas as dúvidas que a gente recebe no blog, porque as pessoas cometem erros muito básicos (...) Então foram as duas coisas, foram as dúvidas dos leitores do blog, mas o gatilho mesmo, o estopim da história foi esse currículo que era muito errado”, relembra Ana Estela.

Para a jornalista, é impressionante como os jornalistas deixam de se preocupar com as informações do currículo. “É incrível, isso é uma coisa tão simples de fazer, essa questão da ordem das informações do currículo, e faz toda a diferença. O editor está com uma seleção, ele está olhando dezenas, centenas de currículos e se ele está querendo um repórter, e ele só vê assessoria, assessoria, ele não chega no final do currículo. Por isso que a ordem é super importante”, afirma.

Cristina contou a experiência de uma amiga, que havia trabalhado em assessoria e queria atuar em Redação. Ela perdeu uma vaga na Folha, mas com algumas dicas, melhorou seu currículo e conseguiu emprego em uma revista. O problema era o mesmo, a jornalista não destacava seus pontos fortes para a vaga de repórter.

“Fui ver o currículo dela e estava só listando a experiência dela em assessoria. Mas ela tinha feito uma formação complementar em Direito, que é um diferencial útil para o jornalismo. Ela também trabalhou numa revista segmentada por um tempo, fez frilas ocasionais, então a gente jogou tudo isso pra cima no currículo dela, deu destaque e colocou como outras experiências a assessoria. Eu falava pra ela destacar isso nas entrevistas. E ela conseguiu ir para uma revista. É uma questão de saber destacar seus pontos fortes relacionados à vaga”, explica.

Blog é um diferencial?

Manter um blog pode ser uma forma de exercitar técnicas de redação e se destacar em alguma área específica. Mas quanto isso pesa em uma entrevista?

“Vai depender bastante da vaga e do blog. Quando eu selecionei a Cris pra vaga de treinamento, o fato que ela tinha um blog pra falar principalmente de política foi uma coisa que eu levei em conta, porque ela é uma menina nova, mas é interessada no assunto, que é um assunto mais complicado, que é política. E ela não só é interessada, mas ela tinha tido a iniciativa de criar um espaço pra escrever, pra discutir. Então isso pra mim mostrava algumas características interessantes em alguém que quer ser jornalista, que é o interesse e não só o interesse passivo, mas o interesse ativo que leva você a produzir alguma coisa”, avalia Ana Estela.

Para Cristina, o blog era uma forma de exercitar o Jornalismo. “É bom como experiência para a pessoa também. Eu trabalhava num banco e não tinha muito tempo pra fazer estágio, até cheguei a fazer durante oito meses as duas coisas ao mesmo tempo, mas não deu pra ficar o período da faculdade inteira fazendo. Então durante a faculdade, desde o primeiro período até logo depois que eu entrei na Folha, eu mantive o blog. Era uma forma de praticar, de escrever e estar sempre me informando”.

Língua estrangeira

Apesar de o inglês ser uma língua primordial para os jornalistas, uma pesquisa do Comunique-se, feita em 2007, mostrou que 88% dos jornalistas dominavam apenas o português. Os outros 12% estavam divididos em 5% que falam inglês, 2% espanhol, 1% francês e 1% outros idiomas. Apenas 3% dos jornalistas que responderam o questionário falavam mais de duas línguas estrangeiras. Uma nova edição da pesquisa deve ser feita nos próximos meses.

“Se você está selecionando alguém pra trabalhar na editoria de internacional, obviamente que é imprescindível você dominar o inglês e de preferência outro idioma. Mas se é pra uma vaga de repórter de polícia, provavelmente se você tiver um inglês intermediário, básico, o editor vai pedir que estude mais, porque hoje é impossível trabalhar sem o inglês, mas não vai ser um fator impeditivo. São muitos quesitos que você avalia de uma forma subjetiva, não é objetivamente. Por exemplo, se a pessoa não domina o inglês, mas ela é muito boa em outras coisas, essas coisas qualificações pesam também”, explica Ana Estela.

Cristina lembra que no processo de Seleção da Folha também participam candidatos que ainda não possuem o inglês fluente. “Pra vaga de trainee tinha pelo menos 10 que não dominavam o inglês, mas tinham outras qualidades muito boas”, ressalta.

Mudança de área

A mudança de assessoria para Redação é a mais difícil, mas é possível desde que o jornalista saiba destacar seus pontos fortes. “Quanto mais tempo a pessoa estiver trabalhado em assessoria e for deixando de ter experiência em redação, mas difícil é. Não é impossível".

Ana Estela lembra que o assessor deve saber que o estilo de texto na Redação muda muito, já que é mais crítico. "Ontem mesmo eu estava conversando com um repórter que estava cobrindo férias na editoria Cotidiano, que trabalhava numa assessoria de imprensa de uma Secretaria de Governo do Estado de SP. Na entrevista a gente questionou sobre isso, dizendo que ele teria que fazer reportagens críticas, inclusive a respeito da área que trabalhava. Porque essa é a principal preocupação, se a pessoa é capaz de fazer um jornalismo crítico, independente”, diz.

No caso contrário, de um profissional de Redação ir para assessoria, a jornalista acredita que o caminho é mais fácil. “As assessorias valorizam essa experiência”, conclui.


Fonte: Site: http://www.comunique-se.com.br/

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Trabalho de Jornalismo


Release



WWF Brasil, organização não governamental, criada em 1996, com sede em Brasília.
Tem como objetivo a harmonização da atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.
Desenvolvemos projetos por todo país contando com a parceria de várias ONGs regionais, universidades e órgãos governamentais. A WWF também desenvolve atividades de apoio a pesquisa, legislação e políticas públicas, educação ambiental e comunicação, além da viabilização das unidades de conservação, por meio de estímulo a alternativas econômicas sustentáveis envolvendo e beneficiando comunidades locais.
WWF Brasil faz parte da WWW World, maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas incluindo associados e voluntários.





Matéria Jornalística



A Biodiversidade e o Brasil


No último dia 22, em Nova York, a Organização das Nações Unidas (ONU) apresentou uma sessão especial sobre o tema biodiversidade, em homenagem ao Ano Internacional da Biodiversidade.
O Brasil, país que abriga a maior biodiversidade do mundo, estava representado pela ministra do meio ambiente, Izabella Teixeira, que defendeu a necessidade que o mundo chegue logo a um acordo na COP 10/CDB – 10ª Conferência das Partes da CDB (Convenção sobre Diversidade Biológica), em Nogóia, no Japão.
Para especialistas o Brasil terá papel fundamental na CDB, porém ainda se faz necessário que diversos setores da sociedade se engajem e contribuam para a conservação do meio ambiente.
Para que isso aconteça diversas organizações não governamentais apresentam projetos com uma visão que harmoniza a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promovem o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. Um exemplo é a WWF-Brasil, que chegou ao Brasil em 1996 e tem parceria com diversas ONGs regionais, universidades e órgãos não governamentais.  
Contribuir para que a sociedade brasileira conserve a natureza, harmonizando a atividade humana com a conservação da biodiversidade e com o uso racional dos recursos naturais, para o benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações é a missão da organização.

Trabalho de Publicidade

Resenha

Formei-me em Publicidade. E Agora?

Formei-me em Publicidade. E agora? É basicamente um livro para os marinheiros de primeira viagem. Com uma linguagem simples e objetiva, Taís Leão, dá dicas de como entrar no mercado de trabalho. Narrando fatos que nos ajudam a encarar e nos posicionarmos dentro deste “bicho papão”. Um verdadeiro guia de sobrevivência nos primeiros passos do mundo do trabalho.

Taís inicia sua narrativa num ponto de suma importância que desassossega  os estudantes ainda nos corredores das universidades. A área a  seguir dentro da profissão escolhida. O estágio é visto como auxílio para esta indecisão e a perseverança, essencial para que você consiga chegar ao seu objetivo. Se você desistir logo no primeiro choque com a realidade nunca alcançará seu objetivo.

Um vislumbre  do mundo real é lançado quando a autora narra a realidade que as vezes pode ser cruel e oposta aquela dos contos de fada desenhada durante o período de faculdade. Ela diz: “A necessidade de sobreviver materialmente supera a necessidade de realização pessoal e  profissional”. Talvez seja em virtude disso que esbarramos com pessoas tão desmotivadas. Mais uma vez numa narrativa positiva, presente em todo o livro, ela diz para não desistir, não ter medo e confiar no desejo que lhe motivou a escolher a profissão.

Para se tornar um profissional é necessário a soma de vários requisitos. Profissional é aquele que domina a matéria de sua profissão.

Importante salientar que os conhecimentos adquiridos na faculdade são importantíssimos, porém uma construção pessoal paralela é mais que necessária, é obrigatória. Investir na profissão conhecendo o mercado, se aperfeiçoando, buscando informações sobre o mesmo e se aprofundando nos conceitos é um ponto a seu favor na hora das contratações e do seu reconhecimento também.

Buscar ser um bom profissional, permeando as características da profissão é o ponto alto do livro. Ao profissional de publicidade é exigido algumas características peculiares: a curiosidade, a disciplina, sensibilidade, flexibilidade, versatilidade, educação, cultura, o bom português, o respeito tanto ao trabalho como aos que te cercam, a humildade, espírito negociador entre outros. Se você já as tem, cultive-as, senão, busque-as.

Estar atento ao que acresça a sua imagem profissional é importante, mas estar atento ao que te diminui como profissional é crucial. A publicidade mexe com a imagem e a sua é o seu cartão de visita. O bom profissional sempre se mantém em evolução e nos dias de hoje a evolução pessoal também conta pontos. Boa sorte!

domingo, 12 de setembro de 2010

Trabalho de Jornalismo

Rumo ao segundo turno...

Ontem, pela 19ª rodada, o Vasco da Gama conseguiu uma importante vitória no Castelão.

Depois de 11 jogos sem perder e de uma sequência de empates o Gigante da Colina trouxe na bagagem 3 pontos fundamentais para mantê-lo vivo na competição.

Em um jogo de superação o primeiro gol veio logo no início com uma tabela entre Carlos Alberto, Éder Luis e Zé Roberto. O segundo aconteceu nos minutos finais da segunda etapa. O estreante Fellipe Bastos, após uma cobrança de falta sem sucesso, no rebote pega a bola e manda um tirambaço no gol do Vozão, finalizando assim a partida.

Embora a vitória tenha sido importante, o técnico PC Gusmão, ainda tem muito trabalho pela frente. Festival de passes errados, falta de velocidade e o mais grave, falta de chutes a gol dão a equipe uma improdutividade inadimissível para alguém que almeja algo mais que ficar no meio de campo da tabela.

Um time mais aguerrido é o que a torcida cruzmaltina aguarda assistir na próxima quinta em São Januário, na primeira partida do returno, contra o Galo.

Com um jogo a menos o Vasco termina o primeiro turno em oitavo lugar a 5 pontos do G-4.
 
 

sábado, 4 de setembro de 2010

Começando



Quando o JP sugeriu a idéia do blog, de cara, achei super  interessante. Uma maneira de divulgarmos nossos trabalhos e  consequentemente visualizarmos a evolução dos mesmos. Comentei com vários colegas da turma e todos acharam a mesma coisa. Como JP anda atarefado por demais e matando muita aula (rsrsrsr) resolvi tomar a frente e colocar logo esta ferramenta para funcionar.

Para a próxima semana já poderemos ter vários posts com os trabalhos que apresentaremos para Introdução ao Jornalismo.

Ninguém aqui precisa ficar com vergonha ou coisa parecida, todos estamos no mesmo barco - APRENDENDO - para um dia sermos profissionais. E como bons profissionais de Comunicação Social, seja no jornalismo ou na publicidade, acho que a primeira coisa que temos a fazer é nos livrarmos da vergonha.

Quem sabe este blog nos acompanhará por longos anos, mesmo depois da formatura?

Como futura jornalista o idealismo já faz parte de mim!!!